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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A mais gritante corrupção.

                                                                                       

 “A verdade se corrompe tanto com a mentira como com o silêncio.” (Cícero)
                                                                                       
A corrupção mais gritante na sociedade atual, como já visto em textos da internet (segue abaixo lista de alguns deles), é a corrupção silenciosa. Aquela que não faz ruído, que não é difundida, que não aparece e que muitas vezes nem é percebida.

Caráter e Corrupção! (10/09/2012);

Jorge Arbache, em recente artigo (19/11/2013) no Valor Econômico (abaixo reproduzido), também discorre sobre essa corrupção e apresenta uma possibilidade de esperança, por meio de sugestões que podem, se conjuntamente aplicadas, combater essa corrupção silenciosa, partindo de uma premissa que ele cita sem especificar: a organização da sociedade civil para monitoramento dos serviços prestados pelo estado.

Leia também sobre essa premissa:


Jorge Arbache *
 Valor Econômico

Qual é a relação entre aumento da incidência de infecções tratáveis, abandono da escola pelas crianças, baixa produtividade e corrupção? Em princípio, nenhuma. Isto porque a corrupção, como a conhecemos popularmente, é identificada como desvios de conduta envolvendo políticos ou servidores públicos e quantias vultosas em troca de favorecimento de interesses de terceiros. Não por acaso, os debates públicos e as políticas anticorrupção têm sido talhadas para dar conta desse tipo de prática.

Mas, por reconhecerem a influência da corrupção na disponibilidade de recursos destinados à prestação de serviços públicos, estudos recentes passaram a dedicar maior atenção à detecção de práticas corruptas nas linhas de frente da prestação daqueles serviços. Amparados por uma nova geração de pesquisas de campo sobre qualidade da prestação de serviços públicos, os estudos acabaram por identificar relações ainda mais complexas. Emergiram evidências de vários tipos de práticas que nem sempre envolvem trocas de dinheiro, mas que, ainda assim, podem ser consideradas desvios de conduta. Dentre elas, incluem-se desvios observáveis, como o absenteísmo, e desvios difíceis de observar, como falta de comprometimento com o trabalho, omissão e uso de informações privilegiadas ou de influência do cargo para burlar ou influenciar regras e procedimentos em benefício pessoal.

Esses desvios de comportamento dão lugar a uma discussão mais abrangente sobre corrupção. A “corrupção silenciosa”, que consiste em desvios da conduta esperada, não envolve trocas monetárias e geralmente é pouco notada, mas pode ter efeitos deletérios significativos para indivíduos, famílias e até para toda uma nação. A forma convencional ou “ruidosa” de corrupção seria apenas a “ponta do iceberg”, enquanto a corrupção silenciosa situa-se abaixo da superfície e trata de questões complementares às formas mais visíveis de corrupção. Afinal, como classificar evidências de que um elevadíssimo percentual de professores primários de países da África não comparece à escola, ou, se comparece, não está em sala de aula nos horários designados? O desvio do comportamento esperado dos prestadores de serviços amplia, justificadamente, a noção de corrupção.

Mais gastos do governo não incorrem necessariamente na melhoria dos serviços públicos

A analogia do iceberg é útil para trazer à tona outras características da corrupção silenciosa. Primeiro, diferente da corrupção convencional, a silenciosa afeta direta e potencialmente muitas pessoas por meio, por exemplo, das interações entre provedores de saúde e pacientes; professores e alunos; policiais e suspeitos; fiscais de obras e construtoras; e fiscais de vigilância sanitária e restaurantes. Segundo, a corrupção silenciosa fomenta a noção de que práticas condenáveis dos prestadores de serviços são algo inevitável, alimentando desconfiança generalizada em relação às instituições públicas. Terceiro, a corrupção silenciosa afeta particularmente os grupos vulneráveis, como pobres, crianças, idosos e deficientes físicos, que são mais dependentes dos serviços públicos. Quarto, a corrupção silenciosa tem, muitas vezes, profundas consequências de longo prazo em nível individual e coletivo. E quinto, a corrupção silenciosa é um fenômeno universal, embora seja mais proeminente em países em desenvolvimento.

A noção de corrupção silenciosa ajuda a explicar porque mais gastos do governo não incorrem necessariamente na melhoria dos serviços públicos e destaca questões fundamentais para o desenho de estratégias e políticas públicas focadas em resultados. Evidências empíricas mostram que absenteísmo, descaso ou mesmo pouco empenho no cumprimento de tarefas e procedimentos básicos por parte de agentes públicos podem ter efeitos permanentes, por exemplo, nas competências cognitivas de crianças, aumento da transmissão vertical do vírus da HIV, elevação da incidência de óbitos por malária, perda de interesse e abandono da escola pelas crianças ou desinteresse pela abertura de empresas e realização de investimentos produtivos.

A boa notícia é que a corrupção silenciosa pode ser enfrentada. O aumento da disseminação de informações sobre orçamentos, projetos, indicadores de resultado e monitoramento pela sociedade civil pode melhorar a qualidade dos serviços públicos, reduzir desperdícios, absenteísmo e vazamento de recursos. Evidências de vários países mostram ser possível melhorar a prestação de serviços quando cresce a determinação do governo em lidar com a corrupção silenciosa.

Embora não exista uma “receita universal” a se recomendar, lideranças comprometidas com o combate à corrupção, aperfeiçoamento das instituições anticorrupção, aumento da transparência e da “accountability”, formação de recursos humanos qualificados em governança pública, fortalecimento do “enforcement” e dos controles administrativos e descentralização governamental parecem ser requisitos necessários, embora nem sempre suficientes. A implementação exitosa de reformas anticorrupção também requer que as preferências e os interesses dos envolvidos se alinhem com os objetivos da reforma, o que implica, muitas vezes, a melhoria das condições de trabalho dos agentes públicos.

Embora o combate à corrupção ruidosa seja crítico, o enfrentamento à corrupção silenciosa é crucial para a promoção do crescimento sustentado, redução da pobreza e aumento da produtividade.

Jorge Arbache foi diretor e autor principal do relatório “Silent and lethal: How quiet corruption undermines Africa’s development”, Africa Development Indicators 2010, Washington, DC: World Bank. É professor de economia da UnB e assessor econômico da presidência do BNDES. Email: jarbache@gmail.com.

© 2000 – 2013. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico. 


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Leia também:





O leilão de um só! (Ilustrado no blog do autor)

Combate à Corrupção:




Solidariedade:


Controle Social da política e dos gastos públicos:


Conscientização Política:






 




segunda-feira, 1 de julho de 2013

Corrupção é crime hediondo

Corrupção é crime hediondo:
"MORTE POLÍTICA" já!
Versão 2.0

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)
                                                                                       
Vivemos, hoje, o futuro previsto por Rui Barbosa: O HONESTO é que se envergonha por ser honesto! Enquanto o desonesto se apoia na impunidade!

CORRUPÇÃO É CRIME HEDIONDO: mata o que mais precisa do amparo estatal!
(os pobres e desvalidos: o que morre na fila de hospitais, o que vira bandido por sem escola etc.)
                    
A mudança na tipificação do crime de corrupção (ativa ou passiva) para crime hediondo, com penas e restrições na mesma ordem de grandeza desses crimes já se avizinha, a benefício de todos que compomos a sociedade.

Essa proposta, depois de anos escondida em algum escaninho fétido por interesses inconfessáveis, já se desenha no horizonte, graças à pressão das manifestações populares nunca antes tão permitidas na história desse país, apesar da violência policial ainda sentida pela sociedade.

Mas tal proposta, embora salutar na esfera criminal, não atende efetivamente os anseios da sociedade. É preciso garantir que o político que incorreu nesse crime seja terminante e definitivamente impedido de voltar cometer o mesmo crime.

Há que se estabelecer a pena de “MORTE POLÍTICA” já: se corrupto, nunca mais elegível!
 



Há quem defenda que essa proposta encontra um entrave constitucional que proíbe a existência de penas de caráter perpétuo. Aqui caberiam algumas considerações acerca do espírito da lei.

Pena é a repressão, imposta pelo poder público, à violação da ordem social. É uma punição, uma sanção imposta pelo Estado que afeta o indivíduo, restringindo ou suprimindo um direito. Conclui-se daí que só há pena se houver algum prejuízo àquele a quem ela é imposta.

No que concerne à esfera criminal, é quase unânime o entendimento de que esse tipo de pena (de caráter perpétuo) não traz efeitos positivos para a sociedade ou para os condenados, o que justifica plenamente sua inexistência no ordenamento jurídico.

Contudo, na esfera política, será praticamente unânime o entendimento de que a pena de caráter perpétuo trará efeitos positivos tanto para a sociedade, na medida em que evita seja ela lesada novamente por um mesmo agente, quanto para o condenado, que não se verá tentado a corromper-se novamente pelo poder a que sucumbiu por falta de firmeza do próprio caráter.

Importa considerar que o direito do indivíduo de representar parte da sociedade que nele votar, não é um direito inerente à condição humana, como a liberdade, a dignidade, a vida, que são direitos individuais. È antes um direito social, inerente à condição de vida em sociedade, onde o bem estar social (o direito do grupo que será representado) está acima do bem estar individual (direito do indivíduo de representar o grupo).

O direito individual não pressupõe um dever. O direito a vida, a liberdade, a dignidade não trazem deveres intrínsecos.

O direito social de representar, ao contrário, pressupõe um dever: a obrigatoriedade de representar bem. É um direito-dever que vincula o direito individual ao direito do grupo que outorga a representação. Nada mais justo, portanto, que o direito do grupo, da sociedade, seja garantido em caráter perpétuo em detrimento do direito do indivíduo que abusou da outorga que lhe foi concedida.

Não há prejuízo algum para indivíduo nessa proibição definitiva de representar a sociedade, mas há um grande benefício para a sociedade em proibir certas pessoas de representá-la. Na verdade, mesmo para o indivíduo há benefício nessa proibição: ela o livra de errar novamente ao sucumbir à tentação do poder por falta de firmeza ou desvio de formação do seu caráter.

A proibição do envolvido em corrupção de candidatar-se e eleger-se sequer seria uma punição, uma vez que tal proibição não causa nenhum prejuízo efetivo ao indivíduo. É antes uma ação assertiva (positiva) para o bem social. Antes de ser um malefício ao indivíduo é um benefício à sociedade.

Após tais considerações, a quem ainda se apegue à proibição de penas de caráter perpétuo, por incapacidade ou falta de vontade de entender o espírito da lei, propõe-se, como forma de contornar a barreira constitucional, o aumento da pena de inelegibilidade, ou perda dos direitos políticos, por um período equivalente a três mandatos de senador (no mínimo), ou seja, 24 anos, e por motivo de RELEVANTE INTERESSE PÚBLICO!

Não podemos esquecer:

"O império da Corrupção termina onde começa o império da Punição!" (Al'Camir)




AMILCAR FARIA, 44, é servidor público federal, diretor de Programas de Controle Social do Instituto de Fiscalização e Controle, membro do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e ativista autoral da rede sustentabilidade.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

A bandeira da atual mobilização social

A bandeira da atual mobilização social


 
"Nada mais difícil de manejar, mais perigoso de conduzir, ou de mais incerto sucesso, do que liderar a introdução de uma nova ordem de coisas. Pois o inovador tem contra si todos os que se beneficiavam das antigas condições e apoio apenas tíbio dos que se beneficiarão com a nova ordem."
                                                        

A República vivia um momento conturbado. A corrupção generalizara-se em três décadas de (re)democracia. Vivia-se o vale tudo pelo poder. A bancarrota moral e ética ia à larga e a sociedade civil já se organizava em revolta pacífica.

A classe política perdera o pudor para manter-se no poder.

Corrompia-se. Vendia e comprava apoio para aprovar reformas paliativas sem pagar o preço justo (capital político) para aprovar reformas necessárias. Escudava-se no “uso de caixa 2”, como se isso não fosse crime.

Corrompia as prioridades. Construía estádios de bilhões para evento único ao invés de hospitais ou escolas de poucos milhões para uso contínuo; Isentava impostos de veículos que inviabilizariam o transporte urbano ao invés dos remédios que viabilizariam vidas humanas.

Corrompia o uso do dinheiro público. Desviando verbas para locupletar compadres, parentes ou laranjas (a si mesmos), condenando o povo a morrer à míngua por falta de hospitais, UTI’s, médicos, remédios ou atendimento.

Corrompia a sociedade. Dava bolsa “esmola”, que deveria ser mecanismo condicional de transferência de recursos, cuja condição (manter crianças na escola) quebraria o ciclo que gera a pobreza, mas gerava dependência econômica e fidelizava votos ao reduzir o nível da educação para escravizar os mais necessitados.

Corrompia a democracia. Fortalecia o fisiologismo político, ferindo de morte a independência e a harmonia dos poderes; fomentava o militantismo cego, surdo e burro, e a falta de consciência para a cidadania.
 
 
Mas a sociedade já se organizava em revolta pacífica e as pessoas começaram a deixar de ser apenas um rosto na rede virtual (um face no Book) para ser um cidadão nas ruas reais (um body in real). Imprensa e políticos foram pegos de surpresa pela revolta pacífica: e muitos fingiam não entender os motivos para tamanha mobilização.

Governadores exerciam sua (ag)nulidade política dizendo que o movimento não tinha bandeiras, políticos exerciam seu execrável interesse pessoal dizendo que o movimento era anarquia de vândalos, jornalistas exerciam miopia seletiva dizendo que o aumento das passagens de ônibus eram motivo de pouca monta.

Todos se perguntavam incrédulos: afinal qual a bandeira dessa atual (e enorme) mobilização social?

Como o movimento tinha forte caráter de ativismo autoral, sem liderança unificada por expressar o anseio de TODA a população, a resposta demorou a ser consolidada, mas veio no vigor da indignação popular:




Eis o que queremos para o país inteiro:

1) Real investimento em educação, queremos:

a) 400 escolas novas no GDF (para uso contínuo) já que gastaram 1,6 Bilhão no estádio (para evento único);

b) 200 creches públicas no lugar de convênios obscuros;

c) durante 20 anos, a aplicação real de 15% a 20% do PIB em educação (de base, média, superior e profissional) e após os vinte anos manter a aplicação de 10% do PIB;

d) educação federalizada (igual no país todo);

e) educação em tempo integral, que ampliará a autonomia pessoal e diminuirá a violência e o tráfico infanto-juvenis (retirando os jovens da situação de vulnerabilidade por excesso de tempo ocioso);

f) melhor salário para professores, para formarem cidadãos e não só transmitir conteúdo.
 

2) Real investimento em transporte público de massa e de qualidade, nos moldes de como é feito no mundo:

a) transporte de massa a trilhos e não a rodas que enriquecem inescrupulosos;

b) ciclovias seguras para transporte alternativo.

3) Real investimento em saúde:

a) ampliar leitos e construir 16 hospitais, pelo valor do estádio bilionário;

b) desoneração dos impostos sobre medicamentos, e não sobre carros;

c) melhor salário para médicos, para tratar pessoas e não cuidar de números;

d) criminalizar ação do gestor que deixar faltar medicamentos e atendimento público;

e) fortalecimento do Sistema Único de Saúde;

f) promover crimes contra a previdência e a saúde em hediondos e aumentar suas penas.

4) Real investimento em segurança:
a)    ampliar treinamento da polícia, para proteger pessoas e não combater cidadãos, com foco em ações de desmilitarização da polícia e das ações policiais;
b) equipar a polícia (veículos, coletes, TI etc), para servir ao cidadão e não abusar dele.
 

5) Afastamento cautelar de políticos condenados e ou envolvidos em corrupção - indícios fortes (José Genuíno, João Paulo, Renan Calheiros etc);  

6) afastamento de políticos despreparados para o exercício da presidência em comissões cujas ideologias dependem de atuação tolerante e humanitária e não homofóbica e oportunista (Marco Feliciano e Comissão de direitos humanos e minorias).

7) aumento da pena de perda de direitos políticos de 8 para 24 anos, principalmente nos casos de corrupção (ainda que com fortes indícios, já que a comprovação se torna difícil em muitos casos) como forma de moralizar o exercício da política.

8) Proibição de apreciação de legislação denunciada como oportunista e contrária ao bem estar da população, para evitar o legislar em benefício próprio e contra o bem coletivo.

9) Proibição do uso de recursos privados em campanhas políticas, de doações privadas (individuais ou de empresas) para campanhas ou manutenção de partidos.

Nesse ponto em particular o MCCE acaba de lançar a campanha Eleições Limpas, que visa fortalecer a democracia representativa e a política por programas e não por fisiologismos através de: 
 
            1. Proibição do financiamento de campanhas por empresas;

            2. Divulgação das contas de campanha em tempo real na internet;

            3. Punição severa para o Caixa 2;

            4. Mais liberdade de expressão na internet;

            5. Menos candidatos e mais propostas;

            6. Barateamento das campanhas;

            7. Democratização dos partidos;

            8. Fim da infidelidade partidária;

            9. Fim do "efeito Tiririca".

Aqui cabe outra pergunta:

- Este é um movimento sem bandeira ou representa o derramamento das necessidades sociais há muito represadas e não satisfeitas?




AMILCAR FARIA, 44, é servidor público federal, diretor de Programas de Controle Social do Instituto de Fiscalização e Controle, membro do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e ativista autoral da rede sustentabilidade.

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Mas seremos nós o início da solução...

Seremos mais um a ser a mudança que queremos ver no mundo, como disse Gandhi, (e a exemplo do Reguffe em seu esforço “ainda” solitário)... Ensinaremos valores pelo exemplo de conduta valorosa (e se as palavras convencem, os exemplos arrastam)!

Seremos rede sustentabilidade, mas também rede solidariedade, porque assim como a mola mestra para multiplicar a sustentabilidade é a educação, a mola mestra para multiplicar cidadania é o ativismo político e para multiplicar valores é a solidariedade!


Abraço Fraterno,
Amilcar Faria.

(Que os Bons não Silenciem aumentando o barulho dos maus!)

Siga no Twitter: @AmilcarFaria
Facebook: amilcar.faria.5 
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"Sozinhos somos presas, juntos somos predadores!

Sozinhos, sem pensar, somos presas fáceis.
Individualmente, mas pensando, somos presas difíceis.
Juntos, sem pensar, somos presas muito difíceis.
Juntos, pensando, somos predadores!

Juntos somos mais; pensando somos imbatíveis!" (Al'Camir)

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